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Xp³ dispersa a água do combustível

Xp³ tem efeito detergente
Xp³ melhora o ponto de fluidez
Xp³ tem efeito inibidor de oxidação
Xp³ tem efeito antioxidante
Ação do Xp³ sobre bactérias e algas
Xp³ é um estabilizador de combustíveis
Xp³ reduz de forma importante as emissões de gases contaminantes
Xp³ reduz os problemas de corrosão gerados durante e depois da combustão
Xp³ reduz de forma significativa o custo de manutenção dos equipamentos e prolonga a vida dos mesmos

Xp³ dispersa a água do combustível
O Xp³ possui um solvente ativo - composto orgânico polar, solúvel em água e com propriedade de formar pontes de hidrogênio - "ionização molecular polarizada". Assim a água presente no combustível se parte em diminutas partículas, que ficam dispersas no combustível na forma de emulsão. Isto permitirá que estas partículas passem através dos filtros e sistema de combustão sem gerar danos adicionais, entre outros, a formação de ácidos e evitando também que os sais corrosivos entrem em contato com as superfícies metálicas.

 

Xp³ tem efeito detergente
A ação de detergência tem como principal função remover todos os depósitos dos sistemas pré-combustão e combustão e mantê-los limpos ao longo do uso e evitando a necessidade de intervenções de manutenção. Os detergentes têm ainda a propriedade de melhorar a qualidade da combustão devido à melhora da mistura ar/combustível, pois, por serem excelentes tensoativos diminuem o tamanho das partículas durante sua pulverização aumentando a área de contato, promovendo, portanto, uma combustão mais eficiente.

 

Xp³ melhora o ponto de fluidez
Em condições climáticas severas de baixa temperatura alguns combustíveis têm a tendência de cristalizar parafinas - formação de cera, dificultando sua fluidez. Desta forma há necessidade de disponibilizar um maior volume de vapor ou um maior consumo de energia elétrica para aquecimento dos sistemas de armazenamento e tranferência. O Xp³ contém um reagente depressivo que reduz o ponto de congelamento do combustível. Isto acontece trocando as características de crescimento das ceras cristalizadas, evitando assim que se acumulem e comatem filtros e tubulações.

 

Xp³ tem efeito inibidor de oxidação
Os óleos combustíveis têm em sua estrutura, compostos orgânicos, quimicamente instáveis, que reagem com oxigênio do ar formando depósitos gomosos. Estes depósitos provocam entupimentos de filtros, bombas, impregnação nas tubulações e bicos atomizadores, além de favorecer o desenvolvimento de corrosão. Assim, torna-se necessário a adição do Xp³ que inibirá a oxidação do combustível, ou seja, retardará seu processo de envelhecimento e, conseqüentemente, reduzirá a tendência do combustível a formar goma.

 

Xp³ tem efeito antioxidante
Xp³ inibe a formação de ácido sulfúrico e pentóxido de vanádio por duas maneiras:
1. A dispersão da água evita que essa seja absorvida pelo SO3, formado pela combustão, vindo a formar o ácido sulfúrico (H2SO4)
2. O uso de Xp³ propicia a redução de excesso de ar necessário na combustão, reduzindo desta forma o excesso de oxigênio que converte o trióxido de vanádio em pentóxido de vanádio (2V2O5).
O uso de Xp³ permitirá que o trióxido de vanádio passe através da caldeira em forma de pó sem provocar problemas de incrustação e corrosão.

 

Ação do Xp³ sobre bactérias e algas
O óleo combustível residual do petróleo - BPF - sob determinadas condições de armazenagem e umidade constitui "habitat" ideal para o desenvolvimento de colonias de bactérias que geram sub-produtos que o contamina prejudicando na manutenção das condições ideais de funcionabilidade das instalações, principalmente no sistema pré-caldeira e na própria combustão. A atuação de Xp³ inibe a formação e crescimento destas algas e bactérias através da eliminação da umidade presente no combustível.

 

Xp³ é um estabilizador de combustíveis
Uma vez que as refinarias aperfeiçoam seus processos de refino de óleo cru, os níveis de asfaltenos presentes nos óleos combustíveis residuais tendem a aumentar, e estes estão diretamente relacionados à combustibilidade do BPF. Juntamente com os asfaltenos irão aumentar também, os níveis de resíduos de Carbono Conradson (CCR), enxofre, teor de sólidos e a emissão de fumaça. O aditivo Xp³ dissolve os asfaltenos (ação detergente) e propicia a queima dos resíduos de carbono diminuindo substancialmente o teor de cinzas na fornalha, conferindo ao combustível uma melhor condição de homogeneização e estabilidade de chama.


Xp³ reduz de forma importante as emissões de gases contaminantes e fumaça preta
Ensaios realizados em campo com combustível similar ao 1A - uma vez atingidas as condições de estabilidade do combustível, limpeza dos sistemas e dosagens adequadas às características do combustível - comprovaram a redução em até 38% no nível de emissão de particulados e 40% na opacidade em testes realizados pelo INSTITUTO MEXICANO DE PETRÓLEO.

 

Xp³ reduz os problemas de corrosão gerados durante e depois da combustão
 
Corrosão a alta temperatura (Vanádio e Sódio)
Complexos de Vanádio e Sódio presentes nos combustíveis pesados têm caráter altamente corrosivo quando na fase líquida (fundidos) no interior das câmaras de combustão e sistemas posteriores. Esse mecanismo de corrosão ocorre através de eletrólise ígnea com transferência de átomos de oxigênio, através da permeabilidade da fase fundida do material, para o metal da fornalha, promovendo severa corrosão. A formação do pentóxido de vanádio (V2O5) ocorre da oxidação do V2O3 e do V2O4.
O ponto de fusão do V2O3 e do V2O4 é extremamente alto, aproximadamente 1700ºC, temperatura que não é atingida no interior das câmaras de combustão, impossibilitando a fusão desses óxidos. Entretanto, o ponto de fusão do V2O5 é 670ºC, temperatura que é atingida no interior da fornalha das caldeiras e fornos, fundindo esse material. Tem-se, assim, o início do processo de corrosão.
Atuação do Xp³ nos processos de corrosão de alta temperatura
A atuação do Xp³ na eliminação da corrosão por Vanádio e Sódio é indireta e está relacionada à propriedade da ação detergente-dispersante da borra presente nos tanques de armazenamento e ao excesso de ar na combustão.
Na prática, devido à qualidade ruim dos óleos combustíveis, não conseguimos uma atomização/combustão perfeita, sendo o excesso de ar introduzido no processo de combustão com a finalidade de completá-la. O excesso de ar é, então, uma garantia para queimarmos todo o combustível introduzido na fornalha.
Com a utilização do Xp³ elimina-se a formação de borra através da dispersão e solubilização, não se fazendo necessário que os sistemas de combustão operem com níveis de excesso de ar tão altos. Assim, reduzindo os percentuais de excesso de ar, diminui-se a concentração de O2 no interior da fornalha e, conseqüentemente, a formação do V2O5.
Corrosão a baixa temperatura
Corrosão de baixa temperatura é causada pela formação do ácido sulfúrico (H2SO4) nas regiões mais frias do circuito dos gases produzidos na combustão. Geralmente essas regiões são compostas pelos tubos do sistema de pré-aquecimento de ar e chaminés.
A reação de formação do ácido sulfúrico (H2SO4) é devida a ocorrência de temperaturas abaixo da temperatura do seu ponto de orvalho (temperatura a qual o vapor volta à fase líquida formando gotículas de ácido na superfície do metal).
Essas gotículas em elevada temperatura e submetidas à determinada pressão reagem com o trióxido de enxofre formando H2SO4, composto altamente corrosivo.
Atuação do Xp³ nos processos de corrosão de baixa temperatura
Com a redução do excesso de ar no processo de combustão, proporcionado pela adição de Xp³, diminui-se também, a concentração de oxigênio no interior da fornalha, evitando que seja criada a condição para formação do V2O5, FeO e Fe2O3 que catalisam a reação de conversão do SO2 a SO3 dificultando, desta forma, a formação de ácido sulfúrico e a corrosão do sistema.
Mecanismo de corrosão do sódio em alta temperatura
Tanto o V2O5, quanto o FeO e Fe2O3 atuam como catalisadores da reação de conversão de SO2 a SO3, cuja presença depende do excesso de ar e obviamente do percentual de enxofre no óleo combustível, como já foi mencionado anteriormente.
O sódio combinado com oxigênio e enxofre forma o sulfato de sódio (Na2SO4), cuja temperatura do ponto de fusão é de aproximadamente 880ºC, sendo nesta temperatura altamente corrosivo.
O sulfato de sódio combina com o V2O5 formando um complexo chamado vanadil-vanadato de sódio, altamente corrosivo e fundível a aproximadamente 625ºC.
Essa substância facilita a agregação de outros materiais presentes nos gases de combustão formando "crostas" duras, difíceis de serem removidas.
Atuação do Xp³ no mecanismo de corrosão do sódio a alta temperatura
Pelo mesmo princípio descrito no ítem anterior, Atuação do Xp³ nos processos de corrosão de baixa temperatura, a adição de Xp³ evita as reações de formação destes óxidos devido ao tratamento do óleo combustível e que propicia a condição de operar a unidade com baixo excesso de ar.

 

 

Xp³ reduz de forma significativa o custo de manutenção dos equipamentos e prolonga a vida dos mesmos
O Xp³ cria condições para que o óleo combustível utilizado seja queimado quase que na sua totalidade e, desta forma, evita a formação de depósitos fundidos nas superfícies de troca de calor melhorando o rendimento térmico da unidade. Reduz a necessidade de queimar maior massa de combustível para obter a mesma de massa de vapor necessária ao processo, reduz o volume de cinzas e reduz substancialmente a necessidade de operações de sopragem de fuligem. Também, por não permitir a formação de crostas (depósitos fundidos) na tubulação, por manter os equipamentos limpos e operando eficientemente, aumentando o período de manutenção preventiva e evitando que ocorra danos ao metal base por sobreaquecimento, como fadiga térmica. Portanto, a utilização de Xp³ tem se mostrado uma importante ferramenta para as equipes mantenedoras, por permitir estender os períodos de manutenção preventiva, reduzindo esses custos, e por conferir melhor performance e confiabilidade operacional aos equipamentos.